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O professor diz que quem iniciar qualquer título de matéria com artigo será punido com vinte e sete chibatadas em praça pública. Daí abro O Globo e vejo duas matérias com títulos iniciados com artigos. Mas daí tive a brilhante idéia: a Fajuta segue o manual do Estadão, e nunca vi artigo em nenhum título de lá. Eis que na página de esportes me surge um (sic). Pego o manual de redação, e lá está escrito que o artigo é suprimido por questão de economia.
Contente da minha pesquisa, levo ao professor é o Catedrático e Emérito do título acima diz, na maior cara de pau: Gostei, vocês concultaram, buscaram e trouxeram-me a prova.
Não é para encher a cara do infeliz de porrada?
Alguém consegue decifrar isso??
Piano Bar - Preciso dizer quem seria capaz de cantar isso?
o que você me pede eu não posso fazer
assim você me perde, eu perco você
como um barco perde o rumo
como uma árvore no outono perde a cor
o que você não pode eu não vou te pedir
o que você não quer...eu não quero insistir
diga a verdade, doa a quem doer
doe sangue e me dê seu telefone
todos os dias eu venho ao mesmo lugar
às vezes fica longe, difícil de encontrar
mas, quando o neon é bom
toda noite é noite de luar
no táxi que me trouxe até aqui
Júlio Iglesias ma dava razão
No clip, Paul Simon 'taca de preto
mas, na verdade, não era não
na verdade
nada é uma palavra esperando tradução
toda vez que falta luz
toda vez que algo nos falta
ALGUÉM QUE PARTE E NÃO VOLTA
o invisível nos salta aos olhos
um salto no escuro da piscina
o fogo ilumina muito
por muito pouco tempo
em muito pouco tempo o fogo apaga tudo
tudo um dia vira luz
toda vez que falta luz
o invisível nos salta aos olhos
ontem à noite eu conheci uma guria
já era tarde, era quase dia
era o princípio
num precipício era o meu corpo que caia
ontem a noite, a noite tava fria
tudo queimava, nada aquecia
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão
ontem à noite eu conheci uma guria
que eu já conhecia de outros carnavais
com outras fantasias
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão
no início era um precipício
(um corpo que caía)
depois virou um vício
foi tão difícil acordar no outro dia
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão
parecia que era minha
A oposição bateu no Governo e quebrou a MP dos Bingos. De um lado, os governistas dizem que a oposição trabalhou contra o Brasil. Do outro, os trabalhadores fazem loas aos sindicalistas e a oposição.
E muita gente pega o barco a deriva, visando chegar na Utopia da eleição, como por exemplo o nefasto Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical. De fora de combate a campanha paulistana, o mesmo agora pode ser alçado a amigo dos trabalhadores. Investimento pesado ele fez, compactuando com gente da pior estirpe do crime nacional. Em contrapartida, como para os brasucas cada migalha é um pão, o emprego re-garantido pelo Dr. Paulinho irá arrendar muitos votos ao famigerado sindicalista.
E eu ainda na esperança de que muitos não sigam as falácias de gente da extirpe de Paulinho.
Enquanto isso, no reino de George Bush, dizem e espalham dossiês de que o irmão de Fidel Castro, Raul, não será empossado caso o velho venha a morrer ou a passar-lhe o bastão.
Como desgraça pouca é bobagem, Bush irá levar uma surra, tão pior quanto a que Kennedy levou nos cornos quando se meteu a besta com a ilha, no célebre capítulo da Baía dos Porcos. Afinal de contas, os EUA, já complicados no Iraque, não aguentarão outro solavanco internacional.
Vindouro o dia em que alguém destituirá o rei da infâmia do poder mundial, de modo que ele pare de espalhar suas bobagens retóricas pelo mundo. Rumsfeld, se for esperto como assim o julgo (mas não confundam com inteligência), pedirá o boné o mais rápido possível, levando grande percentual no ninho dos falcões.
Assisti Kill Bill novamente. Não há como narrar a experiência, mesmo que realizada pela segunda vez. É algo absoluto, único. Todos ficam inertes, embriagados e embevecidos ao som e as imagens vibrantes da vingança. E com certeza irei uma terceira vez.
E, assim como na primeira ida, estou a assoviar as músicas o dia todo.
Pedi a Claudinha, reencarnação de Montesquieu, que a mesma enviasse a este um email sobre a possível (stalinista) Lei da Mordaça. Claudinha, a maior jurista que conheço, futura catedrática da Uninove [:o)] disse que me mandaria no domingo. Errou, mandou para outra pessoa, que a respondeu de forma educada (que porra é essa?, só para constar) e vim a receber o email (um tomo que impresso terá cerca de 1000 páginas) somente na terça de manhã (com matéria a ser entregue na terça a noite).
Aproveito então o ensejo para demonstrar que, se depender de mim, terás tú somente este escriba como cliente. Se não atentas a um processo simples como o enviar de um email, quem dirá a qualquer causa contra ou a favor de alguém, carissíma representante da lei?
No campeonato nacional de retórica oca, disputado de forma homérica por FHC e Lula, o quesito perobice é digno de citação. Lula reclama da herança maldita que ele segue a risca, preso ao cabresto de Palocci.
Pois nosso Doutor Honoris Causa e Catedrático da Sorbonne, o mulato inzoneiro FH tentou superar. Reclamou, em público, sobre a política de investimento do BNDES, presidido pelo vencedor e sempre lutador Carlos Lessa.
Estranho esse FHC. Entregou US$ 1 bilhão à AES, empresa de energia americanana, para que a mesma comprasse a minha, a sua, a nossa Eletropaulo. A AES, como digna correligionária de Ali Babá (não o dissidente, o das Mil e Uma Noites), tungou na mão larga o dinheiro, do qual o Doutor Lessa conseguiu depois, a muito custo, reaver parte e salvar o Banco do ostracismo financeiro.
Agora, por ser nacionalista (mas espere, o BNDES é um banco de fomento nacional) e investir o dinheiro de um banco nosso, em nosso país, Doutor Lessa é (ou era, até a idéia do financiamento a mídia) tratado pelos jornais como retrógrado, dentre outros adjetivos dados a ele pela imprensa tupiniquim. Compra ações da Vale (uma das maiores empresas do Brasil que só não passou para o capital estrangeiro graças ao Dr. Lessa) e pede, a todo custo, ação do Governo Federal para que o Banco possa injetar seu dinheiro na infra-estrutura do País.
Mas FHC não quer. Afinal de contas, o mordomo de Clinton prefere, assim como Palocci, Lula e cia., ver o pessoal de Wall Street feliz.
And God (?) bless the brazilians.
A aula do Lanzoni nos relembrou (ou ensinou, depende de sua corrente ou curiosidade religiosa) que os judeus apreciam o belicismo desde quando eram conhecidos como Hebreus (muito bem alcunhados como "aquela raça lá"). Pois bem, seu messianismo e sua idéia de Terra prometida faz com que o judaísmo seja uma corrente adepta de preceitos que recentemente podemos categorizar como bushistas (como se Bush servisse de corrente filosófica ou teórica para algo).
Relembramos, ou foi fato inédito, que os judeus não aceitaram Jesus, o suposto filho do Homem, como o Rei dos Reis pelo simples fato de que ele era, acima de tudo, um pacifista.
Buscando no âmago de meu conhecimento e ódio pela raça citada, só agora pude compreender, em minha vã filosofia, por que cargas d'água Ariel Sharon ainda vive e, mais ainda, comanda a referida nação. Ele, sem sombra de dúvida, é o mais digno ao título de Rei dos filhos de Abrahão.
Shalom.